7 de setembro de 2017

sapatinho fit... ou talvez não # 82

Depois de ter partilhado com todos o sofrimento do meu primeiro dia no ginásio, tive uma aluna-minha-que-eu-adoro, a Bia, que reagiu de forma ternurenta às minhas palavras: "Stora eu n gostaria nada de ter estado no seu lugar naqueles 50 minutos."
Mas mais, a Bia não se ficou por aqui e enviou-me um vídeo no messenger que tenho de partilhar convosco.
Na realidade, o nome da música é "Gorda", por isso não sei bem com que linhas me coser, mas a letra é o máximo.
O video clipe é do humorista Turulipa e mas vale a pena ver.
É de morrer e chorar por mais!!
Obrigada, Bia!!! ;)

6 de setembro de 2017

leitura em dia # 16

Um dos últimos livros que li, nestas férias, foi O Cavaleiro da Dinamarca, de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Na realidade, e fica aqui entre nós, não morri propriamente de amores pela obra.
Aliás, a história principal era constantemente cortada e recortada por pequenas tiras de estórias secundárias e isso aborreceu-me imenso.
À exceção da primeira subestória, sobre a qual me debruço aqui, não apreciei muito as restantes.
Deixo-vos com o resumo da obra.
Há dezenas e centenas de anos, na Dinamarca, havia uma grande floresta onde morava um Cavaleiro com a sua família. A maior festa do ano era no inverno, na noite de Natal, em que havia sempre azáfama em sua casa.
Certo Natal,  aconteceu algo inesperado.
Terminada a ceia, avisou que, dali a um ano, partiria em peregrinação à Terra Santa para passar o Natal seguinte na gruta onde Cristo nascera. Também ele queria rezar ali. Partiria na primavera seguinte e, dali a um ano, estaria em Belém. Após o Natal, regressaria novamente e, daquele dia a dois anos, estariam reunidos.
Naquela altura, ir da Dinamarca à Palestina era uma grande aventura.
O Cavaleiro chegou à Palestina e seguiu para Jerusalém.
No dia de Natal dirigiu-se para a gruta de Belém onde rezou toda a noite.
No final de fevereiro, partiu para o porto de Jafa, onde foi obrigado a esperar pelo bom tempo; só embarcou em meados de fevereiro.
Finalmente, chegou à cidade de Ravena, nas terras de Itália.
O Mercador disse ao Cavaleiro para ir com ele até Veneza e assim foi.
O Cavaleiro nunca tinha imaginado que pudesse existir no mundo tanta riqueza e tanta beleza.
O Mercador alojou-o no seu palácio. Do outro lado da varanda via-se um palácio onde morava Jacob Orso.
Antigamente, também tinha morado ali Vanina, a rapariga mais bela de Veneza. Ainda criança, Orso prometeu-a em casamento a um parente seu chamado Arrigo. Quando ela fez dezoito anos, não quis casar com ele, pois era velho, feio e maçador. Então, o tutor fechou-a em casa e nunca mais a deixou sair senão em sua companhia, ao domingo, para ir à missa. Durante os dias, suspirava e bordava. À noite, debruçava-se na varanda do seu quarto e penteava os cabelos loiros e compridos. Os jovens rapazes de Veneza vinham ver Varina pentear-se, mas nenhum se aproximava, pois Orso anunciara que mandaria apunhalar aquele que ousasse namorá-la. Um dia, chegou a Veneza um belo homem que não temia Jacob Orso. Chamava-se Guidobaldo e era capitão dum navio. Certa note, Guidobaldo viu Vanina a pentear os cabelos e apaixonou-se. Passado um mês, foi bater à porta do tutor pedir a mão de Vanina. O homem deu-lhe um dia para sair da cidade. Nessa mesma noite, os dois afastaram-se numa gôndola e sumiram no nevoeiro de outubro. Na manhã seguinte, o navio de Guidobaldo já tinha desaparecido. Vanina e Guidobaldo casaram e nunca mais foram encontrados.
Esta estória termina e continua, novamente, a narrativa do Cavaleiro.
Em conversas, festas, ceias e passeios passou-se um mês e, dali a três dias, o dinamarquês deixou Veneza montado num cavalo. Aconselhado pelo Mercador, a meio da viagem para Génova,  resolveu fazer um desvio para Florença.
No princípio de maio, chegou a Florença e procurou a casa do Banqueiro, onde ficou hospedado.
Ali, ao contrário da sua terra, os homens falavam sabiamente de matemática, astronomia, filosofia, estátuas antigas, pinturas, poesia, música, arquitetura.
Mais uma vez, interrompe-se a narrativa principal para ouvirmos a estória de Giotto, um pintor discípulo de Cimabué, o primeiro pintor de Itália.
Mais à frente, é-nos igualmente relatada a estória de Dante, um amigo de Giotto que ele retratou e que foi o maior poeta de Itália.
O Cavaleiro, maravilhado, resolveu demorar-se mais algum tempo naquela cidade.
Passou um mês.
Dentro de três dias, partiu mas, a pouca distância de Génova, adoeceu.
Foi bater à porta de um convento e, após cinco semanas de descanso, continuou o seu caminho. Dirigiu-se para Génova.
Era final de setembro e todos os navios que seguiam para a Flandres já tinham partido.
Resolveu seguir viagem por terra, a cavalo, até Bruges.
Depois, dirigiu-se para Antuérpia, onde foi recebido pelo Negociante flamengo, em sua casa. Lá, um dos capitães dos seus navios começou a falar das suas viagens e mais uma estória começa.
Em novembro, partiu.
Caminhou durante longas semanas.
Na véspera de Natal, ao fim da tarde, chegou a uma pequena povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta. Aí, foi recebido com grande alegria pelos seus amigos que o julgavam perdido. Emprestaram-lhe um cavalo e, na madrugada seguinte, dia 24 de dezembro, partiu.
Chegou à pequena aldeia dos lenhadores e partiu novamente.
Às páginas tantas, o nosso heróis estava, irremediavelmente, perdido.
Para piorar a situação, apareceram lobos.
O dinamarquês rezou e, na massa escura dos arvoredos, cresceu uma pequena claridade.
Tudo brilhava.
Apercebeu-se de que não era uma fogueira.
Era a clareira de bétulas onde ficava a sua casa.
Os anjos do Natal tinham-na enfeitado com dezenas de pequeninas estrelas para o guiar.
É por isso que, na noite de Natal, se iluminam os pinheiros.
Vitória, vitória, acabou-se a história!

5 de setembro de 2017

sapatinho fit... ou talvez não # 81

Na realidade, ontem, acabou por ser o meu VERDADEIRO dia no ginásio.
O primeiro  dia mesmo a sério, em que me esforcei até ao limite, até não poder mais.
Para já, decidi ir ao Fitness Hut com as galinhas, lá para as oito da manhã.
Como devem imaginar, ia super determinada e com vontade de soar até ficar com um corpaço entre o da Gisele BÜndchen e o da Sara Sampaio, mais coisa, menos coisa.
Mal cheguei à zona das máquinas, parei.
Fiquei indecisa entre a passadeira e a elítica, o que é compreensível, pois toda a gente sabe que a elítica não é para bebés.
É para gente que sabe o que faz.
Claramente que não era para mim, mas fui teimosa à mesma.
Escolhi a elítica, pois achei que ia fazer milagres e que ia ficar com uns glúteos de aço apenas na primeira utilização.
Sou assim, um ser inocente e crente.
Logo ali, a coisa não correu assim tãoooo bem.
Lembrei-me de pegar no telemóvel para ouvir música, mas esqueci-me de ligar os headphones e a música berrou a plenos pulmões pelo ginásio fora, estão a ver?
Foi constrangedor, pois ficou toda a gente a olhar para mim.
Fiquei atrapalhadinha de todo, confesso, até porque nem sequer era música própria para ginásio.
Passo a explicar.
Era Ana Moura.
Sim, Ana Moura.
E já toda a gente ali devia pensar que eu era completamente alucinada.
Mas... vejamos pelo lado positivo.
A música a seguir era "Que sa foda", de Deejay Télio.
Do mal o menos, pensei.
Livrei-me de boa!
Consegui pôr os headphones mesmo a tempo e lá me enfiei na bendita elítica.
Enfiei-me, sim, mas não sabia sequer no que me estava a meter.
Primeiro, comecei a pedalar lentamente na máquina e as luzes do visor começaram a piscar.
Como não conseguia ver o timing nem nada e queria cronometrar a pedalada, se é que me percebem, chamei o instrutor, que lá me ajudou, mas que percebeu facilmente, como dois mais dois serem quatro, que já tinha mexido em demasiados botões e que aquilo não estava assim lá muito famoso.
Às páginas tantas, depois de muita luta, a elítica começou a funcionar e foi uma vergonha.
Foi uma vergonha, pois tinha de pedalar para a frente e, pelos vistos, estava a pedalar... para trás.
Meus deus!!
Poderá haver algo mais ridículo do que pedalar para trás numa elítica????
Não, claro que não.
Era uma pergunta de retórica, claro.
Escusam de responder.
Com calma e muita vergonha na cara, lá me pus a pedalar para a frente, como as pessoas normais.
Claro que o homem percebeu logo que eu não dava uma para a caixa e que aquilo, para mim, era chinês, mas adiante.
Pedalei horrores.
Tinha caminhado um minuto e vinte e sete segundos inteirinhos e já estava toda arreada.
Consegui perfazer dez minutos, não sei como, mas consegui, e saí de lá a escorrer.
Terminei o meu treino em cinquenta minutos.
Dei o meu máximo.
Uma coisa curiosa no meu corpo e que pouca gente sabe é que não sinto dores musculares depois de fazer exercício físico.
É a mais pura das verdades.
Na realidade, sou assim desde que me conheço.
Esforço-me.
Suo e tal.
E nada.
Por isso, do mal, o menos, certo?
Até quarta!

4 de setembro de 2017

sapatinho fit... ou talvez não # 80

E nesta onda de querer ir ao ginásio e (tentar) alimentar-me melhor, decidimos ir ao Mercado da Costa Nova comprar uns legumes, uma frutinha e um peixinho do bom.
Ir ao mercado é uma ótima opção para comprar produtos mais fresquinhos e biológicos.
Nisto, enquanto escolhíamos uns tomates e uns cogumelos, fui abordada por uma jovem muito simpática que se virou para mim e perguntou se eu era a blogger do Moda no Sapatinho.
Eu disse que sim. 
E ela disse que me seguia. 
Foi um pouco estranho, pois nós escrevemos deste ano e até sabemos que alguém nos lê, mas é muito raro sermos abordados assim na rua. 
Acho que foi a terceira vez que tal me aconteceu. 
Agradeci-lhe, abracei-a, comovida, e fiquei um pouco envergonhada. 
O filhote disse: "Estás a ver, mamã? Já estás a ficar famosa!" 
P.S. - Em relação aos meus pequenos pecados,prometo diminuir a quantidade semanal de McFlurry Snickers, mas vai custar taaaanto!!!!!

o sapatinho foi à rua # 437

Este foi o look de ontem.
Branco total.
É verdade que os patanecos da Disney estão na berra.
O Mickey e a Minnie são uns fofuchos e ficam bem em todo o lado!
Esta sweatshirt foi-me dada pela espuma-do-meu-café numa operação surpresa 
mamã-quero-ir-ao-continente-e-enfiou-se-na-MO-para-sair-de-lá-de-dentro-com-esta-coisinha-fofa.
Obrigada por seres como és, filhote!
#mylove
   








3 de setembro de 2017

judo é no tatami # 44

Este sábado foi o grande dia de unirmos o 4JUDO ao Ultimate: judultimate, para os amigos!!
Juntaram-se alguns camaradas (poucos, pois as férias ainda andam por aí e há que aproveitar cada minutinho, enquanto se pode, e nós até compreendemos isso melhor do que ninguém, mas adiante) e toca de meter os gambozinos a praticar um pouco de Judo.
E não é que correu tudo tão bem?
Saíram-se melhor do que a encomenda, foi o que foi!
O Seb já tinha feito Judo há muitos anos e percebia imenso da modalidade, portanto, foi apenas um reavivar de emoções.
Quanto ao Fábio e ao Licínio, tiveram de meter mãos à obra e o resto foi muito intuitivo.
O Nuno tratou de dar as explicações e as exemplificações ficaram a cabo da nossa querida Gabriela.
Fizemos o aquecimento e praticámos várias técnicas de solo e algumas projeções.
No fim, tivemos luta no chão e em pé (claro que consegui escapar-me às lutas; depois do meu primeiro dia no ginásio, na sexta-feira, ainda ter de levar porrada, era um bocadinho demais para mim, não acham?)!
Houve gargalhadas, sentido de humor, partilha de conhecimentos, amizade e tempo de qualidade à brava.
Julgo que a experiência foi positiva para todos.
Agora, vamos fazer umas trocas e praticar as duas modalidades de vez em quando.
São sempre bem vindos!!!



Adorei a experiência!!!

2 de setembro de 2017

os meus cinco minutos # 16

Era uma vez uma senhora com uma borbulha muito grande na testa.
E era uma vez um senhor com umas orelhas muito grandes. 
Certo dia, a senhora com a borbulha muito grande na testa entrou num café, no mesmo café onde estava o senhor com as orelhas muito grandes.
Então, a senhora, incomodada, pensava: - Aquele homem não para de olhar para a minha borbulha!!
O senhor, chateado, falava com os seus botões: - Aquela mulher não para de olhar para as minhas orelhas!!!

1 de setembro de 2017

sapatinho fit... ou talvez não # 79

Hoje foi o meu primeiro dia no Fitness Hut.
Estava mortinha por este momento!
Aliás, foi difícil pregar o olho a noite passada só de pensar na emoção de voltar a entrar num ginásio passados... quinze anos!!
Quando cheguei, já o Marco Pereira estava à minha espera.
Devo dizer que o acolhimento foi cinco estrelas.
Sentámo-nos com calma e o Marco escreveu tudo o que possam imaginar sobre mim; os meus objetivos (tonificar, tonificar, tonificar!!!), o que pretendia trabalhar a nível muscular (maioritariamente abdominais, glúteos e tríceps), a minha idade, as vezes que pretendia frequentar o Fitness Hut (apontei para as três), enfim, se lhe dissesse mais alguma coisa, passava a saber mais da minha vida do que eu, só para terem uma ideia.
Depois, avaliou a minha condição física, auxiliou-me nos exercícios todos e mais algum e mostrou-me as máquinas, uma a uma, dando-me a possibilidade de testá-las, adequar o peso certo e corrigir a postura.
Acabei por fazer exercícios cardiovasculares e trabalhei todos os músculos do corpo, até mesmo aqueles que nem sabia que existiam.
No final, fiz abdominais. Não muitos, é certo, mas fiz (e custou-me horrores!!!).
No final das contas, adorei o profissionalismo, o rigor e a competência do Marco, e recomendo o seu trabalho vivamente.
Na próxima semana, já me vai ser entregue um plano de treino específico e será feita uma avaliação corporal mais detalhada, nomeadamente, a minha massa gorda e afins.
Bem, até segunda!

31 de agosto de 2017

sapatinho fit... ou talvez não # 78

Já há muito tempo que não falava aqui, no Sapatinho, da minha atividade física (basicamente, porque era inexistente, mas adiante).
Está bem que andei por aí metida no Aveiro Ultimate, mas acabei por me lesionar na coxa e foi pior a emenda do que o soneto. 
Correr na areia não é, para mim, das coisas mais apetecíveis do mundo, vá!, ainda para mais porque fui operada ao menísco, há séculos, e tenho alguma tendência, para me lesionar com mais facilidade na perna esquerda.
De qualquer das formas, o desporto, de uma maneira geral, como vocês sabem, também não é assim aquele tipo de coisas que me deixam completamente feliz e extasiada, como um bom livro, uma bola de berlim ou um Cornetto Choc n ball, por exemplo (já experimentaram? já?)!
Então, uma vez que estava enfiada na lista negra dos casos perdidos de sedentarismo mórbido até às orelhas, decidi cometer uma loucura "daquelas" e inscrevi-me num ginásio, não vá o diabo tecê-las e apetecer-me desistir do que quer que seja. 
Assim, não há como fugir com o rabo à seringa. 
Quando tinha os meus vinte e cinco anos, andei num ginásio, no Arpi Gym, por trás da Segurança Social. 
Foi só um ano, mas nunca faltava. 
Ia duas ou três vezes por semana e sentia-me uma toira, com força, mais ágil, menos cansada, enfim, tinha os meus vinte e cinco anos e está tudo dito.
Agora, com as minhas quarenta voltas ao sol, a coisa fica assim mais comprometida e o caneco, mas não é caso para baixar os braços e desesperar.
Antes pelo contrário.
Estou super motivada e com vontade de mover montanhas e mexer-me de uma vez por todas.
O meu objetivo não passa, propriamente, por perder peso, mas por fazer exercícios cardiovasculares que ajudem na respiração e a combater o cansaço, exercícios de postura e ginástica localizada naquelas zonas mais críticas que nós, mulheres, achamos essenciais para ter um corpo como o da lindíssima e tonificadíssima cabo-verdiana Isilda Moreira.
Estão a ver?
Estava indecisa entre dois ginásios em Aveiro, mas a inscrição de um deles era ridiculamente elevada e acabei por me inscrever no ginásio por cima do Glicínias Plaza, o Fitness Hut Aveiro. 
Posso ir em qualquer horário, frequentar as aulas que quiser, tenho uma consulta trimestral de nutrição e pardais ao ninho. 
A minha amiga Soraia é comercial nesse ginásio e também acabou por influenciar um pouco a minha decisão.
Outro pormenor importante é que o meu professor-de-Zumba-que-eu-adoro, o Marco Pereira, é lá PT e assim veio mesmo a calhar.
Começo já no dia um de setembro, amanhã, e estou em pulgas!!!!
Por este andar, na próxima época balnear, acredito que a Victoria Secret venha atrás de mim para um contrato chorudo, mas depois falamos. 
Quem está comigo?

30 de agosto de 2017

o sapatinho foi à rua # 436

Hoje, dizem que estava frio, mas, confesso, não senti nada.
look foi militar com apontamentos vermelhos.
Adoro a minha mala, vermelhíssima, em vinil!
Aliás, o vinil e o vermelho, esta estação, têm tudo para dar certo.
Deixei, finalmente, os flip-flops de lado, meti o relógio no pulso (custou-me tanto!!), mas não, ainda não me apeteceu vestir jeans.
Optei por umas baggy trousers.
As reuniões já começaram e, daqui a nada, as aulas arrancam para mim. 
Até lá, sabe bem rever rostos, estipular prazos e marcar datas e tarefas na agenda.