23 de fevereiro de 2019

patanecos fofos-como-só-eles

Bom dia!
Hoje vamos falar de patanecos.
Precisamente.
Mas estes não são uns patanecos quaisquer.
Tirem lá o cavalinho da chuva.
Estes pequerruchos-fofos são lindos de morrer e só têm vantagens.
Vejamos.
São confecionados à mão.
O algodão é 100% antialérgico, adequado para crianças.
Têm olhos de segurança.
Lá está, sempre a pensar nos mais pequenitos!
Podemos personalizá-los com todas as cores do arco-íris e mais alguma e, sentem-se!!, podemos escolher...
Tam Tam Tam!!!
o género!!!
Abram as boquitas para aí, pois não é para menos!
Mas as vantagens não terminam aqui, não senhor.
Além de ser um produto nacional, é a Sandra Faustino, que estudou comigo na universidade, que os faz!

Mãe, professora em stand-by, apaixonadíssima por artesanato, é  exímia a fazer cada pedacinho de ternura.
Não, não estava a exagerar.
São topo!!!





Ah! Já me esquecia.
 Os patanecos vêm com nome e tudo.
Temos a Gigi, o Rufino, a Mimi (que tira o vestido) ou o Ellie, sempre de trombas.
 O meu preferido é, obviamente, o Principezinho, mas já desafiei a Sandra para um Fernando Pessoa.
Não faço por menos.

 Os patanecos podem ser adaptados a porta-chaves, alfinetes ou a porta-fotos.
You name it!

Aceitam-se encomendas AQUI
Venham elas!
 Beijinhos, Sandra! :)

22 de fevereiro de 2019

o sapatinho foi à rua # 493

Bom dia!
O fim-de-semana aproxima-se a passos largos e só pensamos em descansar.
Acertei?
Vamos apostar nos brancos em dias de frio e em dias mais quentinhos.
O look total fica sempre a matar.
Os pelos em cores inusitadas vieram com força.
Tão certo como dois mais dois serem quatro.
Have fun!!
;)







camisola de lã: Only (prenda do Bernardo para mim, na Xtreme)
jeans: H&M
casaco: Zara (modificado)
botins: Zara
lenço: Parfois

20 de fevereiro de 2019

o sapatinho foi à rua #492

O mote são os vestidos compridos.
Compridos e fluídos.
Se forem floridos, tanto melhor.
Servem-se com ténis práticos e confortáveis.
Estejam atentas a este look, pois vai ser o prato principal esta primavera/ verão.
Beijinhos ;)











vestido: Springfield
casaco em pelo sintético: Lefties
ténis: Adidas Stan Smith
lenço: Parfois
collants cardadas: Calzedonia

19 de fevereiro de 2019

os meus cinco minutos # 28

Há uns anos, fiz uma surpresa ao Nuno e reservei uma mesa no restaurante Adega do Confrade, em Aveiro.
Já não me recordo se era uma data especial, mas adiante.
Sei que telefonei para o número que estava registado na internet e falei com uma senhora a marcar a mesa, em nome de Manuela Simões, para as oito horas.
Era sábado à noite.
Não fazia frio.
Estava uma noite amistosa e a lua espiava-nos do alto, impaciente, de pé trémulo, como quem espera algo.
Acabámos por ir lá jantar, à Adega do Confrade, e a experiência foi muito positiva.
A decoração era típica, a fazer lembrar os restaurantes que vamos com os nossos pais e com a família toda junta, e a comida era simplesmente deliciosa.

Na realidade, do que mais gostei foi do atendimento.
A empregada de mesa era simpática, atenciosa e prestável.
Digam o que disserem, a simpatia é que nos faz querer voltar a algum sítio.
Como um porto seguro.
Um abraço apertado que não conseguimos explicar.
Foi o que senti.
Que a senhora que nos serviu nos apertou contra si e nos fez sentir em casa.

Quando saímos do restaurante, eu o Nuno falávamos sobre isso mesmo; que há poucos empregados  tão competentes e esforçados relativamentes àquilo que fazem; que se dedicam de corpo e alma, genuinamente, de unhas e dentes, ao seu trabalho, como se fossem donos e senhores daquele espaço e daquelas mesas e daquela paixão e se entretivessem a colecionar paixões; clientes felizes e satisfeitos.
Sempre me ensinaram que a isso se chama brio.
E o brio anda sempre de mãos dadas com a honra.

A propósito de uma conversa que tinha tido com o Norberto há uns dias, de como facilmente recorremos ao livro de reclamações para mostrar ao mundo a falta de zelo de alguém, mas nunca fazemos o contrário e nunca enlevamos as qualidades de um profissional capaz e abalizado, decidi telefonar novamente para o mesmo número que havia feito a reserva no restaurante e elogiar aquela profissional.
Pareceu-me bem.
O Nuno olhou-me; provavelmente a pensar que a situação poderia ser evitada.
Digo eu.

Boa noite. O meu nome é Manuela Simões. Tinha reservado mesa no restaurante Adega do Confrade e pretendia falar com a gerente, se faz favor.
A minha voz não roçava a simpatia, não senhor. Roçava mesmo a frieza humana, típica dos humanos, de uma forma geral.
Do outro lado, ouviu-se uma voz reticente e abafada.
Sim... Sou eu..

Olhe, estou agora mesmo a sair do restaurante e queria falar da vossa funcionária Não-me-recordo-do-nome.
Pois não. Diga. Aconteceu alguma coisa...?
A voz crescia arrastada e suspensa. Reticente, como se esperasse o pior, como se uma notícia má viesse a caminho de forma avassaladora e a fosse desfazer em pedaços.

Julgo que empolei e dramatizei a seriedade do assunto, de forma intencional, como se quisesse provar algo a alguém; provavelmente a mim mesma.
Não. Só queria dizer que a Não-me-recordo-do-nome nos atendeu de forma exemplar e que revelou ser uma funcionária muito competente e profissional.

Foi neste momento que suavizei a voz.
Decerto.
Como se desistisse das leis e da burocracia e do antropofagismo humanos e falasse unicamente com o coração.
Sabem, como quando falamos com paixão e parece que o peito se nos enche e damos ao outro o melhor de nós?
Foi assim.
Sabe, tinha mesmo de lhe dizer isto.

Senti um silêncio do outro lado da linha.
Não sei se esse silêncio foi real; se existiu de verdade.
Mas eu senti-o.
Como um suspiro de alívio e contentamento, de quando nos sentimos apertados e, de repente, nos largam e nos deixam ir e ficamos livres.
Sabem?
Foi assim.

Obrigada. Muito obrigada.
E senti carinho. Como se conhecesse a outra pessoa do outro lado da linha e ela me ouvisse e me sentisse e presenciasse o meu âmago.

Nem imagina o que essas palavras significam para mim.
E a conversa continuou até que os obrigadas terminaram e os com licenças e desligámos o telefone.

Senti-me cheia!

Uns meses mais tarde, na altura em que o Bernardo ainda praticava basquetebol, estava a conversar com a Margarida, quando ela me disse que a mãe de um menino do basquetebol, a Catarina, era dona do Púcaro e que tinha vendido recentemente a Adega do Confrade.

Adega do Confrade?

A Catarina (que mal conhecia; que passava por mim e dizíamos boa tarde boa tarde tudo bem? tudo bem?) era dona da Adega do Confrade?!!
Sim. Vendeu o restaurante recentemente.

Naquele momento, tive a certeza que a Catarina era a pessoa com quem tinha falado ao telefone e, se fosse, achei que tinha de falar com ela como se o mundo pudesse terminar ali.
Compreendem?

Cheguei perto dela, muito séria e genuinamente agitada, como se a verdade dependesse das minhas palavras, e disse-lhe, enquanto a olhava fixamente.

Olha, Catarina.. Acho que já nos conhecemos.
E peguei-lhe nas mãos.

Estava certamente a ser teatral e dramática e ridiculamente disparatada, mas, para mim, que a tinha ouvido e sentido naquele momento que pareceu durar para sempre, fazia sentido.

Lembras-te daquela noite em que recebeste um telefonema de uma cliente que tinha vindo da Adega do Confrade? E que telefonou para falar de uma funcionária...?
E apertei-lhe as mãos.
Ela fitava-me, muito séria.
Olhava para mim, como se olhasse para a minha alma.
Sim...
Disse ela.

Fui eu.

Houve um silêncio.
Um silêncio que se tornou longo e que parecia estalar entre nós, erguer-se ao ar e suster-se, de punho em riste.


De repente, a Catarina, com os olhos em água - pelo menos, juro que pareciam que estavam em água!! - disse.
Foste tu?

Temos de combinar um café.


17 de fevereiro de 2019

o sapatinho foi à rua # 491

Bom dia!
Bom dia!
Os dias têm estado mais quentes e agradáveis.
Que bom!
;)
Apetece sair e aproveitar cada segundo ao ar livre.
As novas tendências puxam pela imaginação e os pormenores fazem a diferença.
Os blazers são os protagonistas das próximas estações e, nesta primavera/ verão, vamos vê-los por dentro das calças.
Sim.
Perceberam bem.
Por dentro das calças.
Digam: estilo!!







camisola: Massimo Dutti
jeans: Levi's
botins em pele e pelo: Zara
blazer: Zara
cinto e pulseira: Sacoor
óculos: Ray Ban
colar: Oriflame
batom: Kiko

10 de fevereiro de 2019

o sapatinho foi à rua # 490

Ainda bem que os dias de chuva nos vão dar tréguas.
Já não era sem tempo!
Apetece-me guardar as minhas Hunter e o meu camisolão quentinho no armário até ao próximo inverno.
Quanto ao trench coat, vai ser uma aposta forte na próxima estação, por isso, vamos deixá-lo sempre à mão no closet lá de casa.
Combinado?
Boa semana!!
;)


Amo este padrão nórdico a fazer lembrar os dias mais gélidos!!





camisola de lã: United Colors of Benetton
jeans: H&M
botas: Hunter
trench: La Redoute
lenço: * oferta

6 de fevereiro de 2019

os meus cinco minutos # 27

Quando estudava na universidade, muitas vezes, dava por mim a debater o Determinismo com a Andreia.
Na altura, defendia o Determinismo de forma acesa,  pois acreditava piamente num destino previamente traçado, em que todas as escolhas e todos os caminhos nos conduziriam a um único fim. 
A Andreia tinha a mente mais iluminada e acreditava num punhado de teorias muito menos ortodoxas e mais coerentes.
Quando estiver com a Andreia, não me posso esquecer de lhe dizer que, felizmente e sem me dar conta disso, mudei.
Em conversa com o João, no início da semana, fiquei admirada comigo mesma quando ataquei o demónio de Laplace com unhas e dentes.
Qual super ser humano, qual quê!
Arreganhei os dentes. 
Acreditar no Determinismo é cruzar os braços e ficar eternamente à espera de um messias que nos salve.
É acreditar num Quinto Império e num D. Sebastião qualquer, pois não acreditamos em nós próprios e tem, forçosamente de vir alguém, se for montado num cavalo branco, melhor, criar um eden por nós, que já estamos cansados de ter descoberto o caminho marítimo para a Índia, há séculos, e não nos faltava mais nada do que ainda ter de cumprir uma pátria civilizacional e cultural.
Já agora!
Quem cria messias, cria, inevitavelmente, castelos e moinhos e recolhe-se à sua insignificância.
Mais vale esperar que alguém faça o trabalho por nós, pois  somos Caeiros do mundo, eternos contemplativos que se limitam a aceitar os desígnios do universo.
Ou Ricardos estoicos e epicuristas que recusam Lídias ou comprometimentos sob pena de sofrerem com paixões violentas.
Quando vir a Andreia, não me posso esquecer de lhe dizer tudo isto.


5 de fevereiro de 2019

o sapatinho foi à rua # 489

Brrrrrrrr!

(esfrego as mãos para ver se aquecem)

Estes dias têm sido gélidos! 

Einstein diz que Deus não joga aos dados e, segundo as leis do determinismo, este tempinho-pilantra já era de prever, mas adiante.

O que nos safa é este solinho bom que nos deixa com um sorriso de orelha a orelha e a sonhar com os dias longos de verão.

Venham eles!!

Este visual é muito prático e desafia as leis das temperaturas mais malvadas.



Apostei no amarelo mostarda, que eu amo de coração!, e na camisola por dentro das calças axadrezadas.

Aliás, concordemos, tinham de ser axadrezadas e, inevitavelmente, curtas para serem perfeitas!


Os óculos, desenganem-se quem pensa que é para o estilo, fazem parte daquele momento vou-trabalhar-daqui-a-nada.

Ponto.

As mangas por fora do casaco dão-lhe um quê giro que se farta, não acham?

Boa semana!

Coragem, vá!

;)






camisola: Lanidor
calças: Pull & Bear
Botas: Seaside
Casaco: Zara (alterado)
* ainda viciada nos batons da Kiko!!

2 de fevereiro de 2019

o sapatinho foi à rua # 488

Olá! Olá!
O tempo tem sido escasso.
Há novas conquistas, tantas!, que adoro, que são importantes, mas que nos têm privado de momentos como este.
A ordem do dia é estudar história e filosofia, e a matemática lá vai ficando para trás.
Agora, talvez lhe pegue lá para o verão, que é quando os exames acabam e o ritmo abranda.
Depois, bem, depois, temos as formações e a preparação para os exames nacionais e os fins de semana também a trabalhar.
Ufa!
Os livros vão enchendo as estantes, num ápice, e os looks, esses, vão sendo quentinhos e confortáveis com novas aquisições e um novo conceito mais prático e clean.
Esta camisola da Element foi uma surpresa.
O corte é magnífico e a malha é linda e muito quentinha.
Vou ficar de olho na Element!
Prometo!
Passem palavra, se faz favor!
;)
O casaco é quente e o padrão axadrezado é a minha cara.
Sem tirar nem pôr.
Suportar os dias de inverno frios, molhados e com este vento de raça, aveirense de gema, é peanuts!
Luv u 🖤




chapéu: H&M
camisola: Element
jeans: Levi's
casaco almofadado: Pull & Bear
botins: Zara
óculos de sol: Ray Ban
cachecol: * oferta

P.S. - tenho usado as unhas bem curtinhas, desta vez, pretas, e não me tenho arrependido.