11 de agosto de 2015

a minha alma está parva

Tenho pena de que o melhor jornal de Portugal, escusado será dizer que falo do Públicozinho-do-meu-coração, tenha hoje um artigo, Somos capazes de reconhecer um transexual grávido como um homem a sério?, com um erro grave.
Independentemente da pertinência ou da qualidade do artigo, que nem sequer ponho em questão, fico triste quando se usa género em vez de sexo.
Primeiro, não estamos no Brasil.
Segundo, não estamos a falar de um jornal qualquer.
Terceiro e último ponto, que vai direto ao assunto, apenas as palavras têm género (masculino ou feminino), quando as classificamos morfologicamente; o resto, meus senhores, o resto serve para encher chouriços.

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