8 de abril de 2013

Quem disse que as flores são fugazes?

Algo inédito e assustador, creepy, nail-biting, tem vindo a acontecer…Onde? Tcham! Tcham! Tcham! Tcham!! Na minha cozinha!! Lembram-se que no dia da mulher, mais precisamente, no dia 8 de março, de 2013, pelas 13 horas e 7 minutos e meio, o Nuno me ofereceu um ramo de orquídeas? É v-e-r-d-a-d-e. Essas flores ainda duram, e duram e duram… e estão no seu esplendor após, quantos dias?, 31, REPITO, 31 dias de existência non-stop. O Nuno diz que é porque foram dadas com muito amor (o homem que tem lábia, TEM). Eu cá acho que é bruxedo!!!, ou, na melhor das hipóteses, é um caso para os X-files!
Faz-me lembrar um episódio que aconteceu há muitos anos atrás. Um dia, ofereci rosas vermelhas à minha mãe (ela adora rosas vermelhas; eu cá, desculpem-me a sinceridade, acho uma pirosice). O certo é que as benditas rosas duraram tanto, mas TAAAANTO tempo que a minha mãe foi à florista pedir “daquelas rosas especiais que duram mais tempo”. A mulherzita respondeu: “Minha senhora, não sei do que está a falar!” Se tivesse um buraco enfiava-me lá dentro. Conclusão: o amor à minha volta atinge proporções avassaladoras!
PROVA DO CRIME: 

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