Mostrar mensagens com a etiqueta o raio da bicharada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta o raio da bicharada. Mostrar todas as mensagens

25 de fevereiro de 2020

o raio da bicharada # 51

Não sei se já vos aconteceu algo assim, mas, quando recebo visitas, é muito-muito-muito habitual pedirem-me autorização para tirar uma foto à  Sushi, para mostrarem lá em casa, à família.

Dizem que nunca viram um gato tão grande.

9kg bem pesadinhos.

Para quem não gostava de gatos...
<3

19 de julho de 2019

o raio da bicharada # 50

Olá! Olá!
Ninguém estava, certamente, a contar que eu viesse aqui falar de animais de estimação a esta altura do campeonato.
Muito menos eu.
Juro!
Era capaz de apostar o cu e 5 tostões que a bicharada cá de casa - 2 gatas e 2 cadelas, portanto - se manteria nas 3 cabeças.
Três.
Nem mais nem menos.
Aliás, se houvesse mais um elemento a acrescentar à família seria, no máximo, uma melga ou outra, que o verão não perdoa.
Certo?
Errado.
Isto é daquele tipo de coisas que contado ninguém acredita.
Pois bem.
O Nuno estava muito tranquilamente a conduzir e, de repente, desviou-se de qualquer coisa na estrada.
Por si, a situação já era caricata, uma vez que eu estava ao lado dele a olhar em frente e não havia rigorosamente nada no caminho.
Nisto, deu-se uma travagem brusca e o homem só disse que ia atropelando um pássaro.
Nestes momentos, a gente só pensa que um pássaro tem asas e voa e, daí  haver qualquer coisa suspeita na história.
Ia atropelando um pássaro tão lindo!
Ora bem, um pássaro lindo??!
De súbito, iniciou-se uma marcha-atrás algo atrevida e eu saí do carro um pouco às aranhas, à procura do dito bicharoco.
Como não vi nada na estrada, espreitei para lá do rail e dei de caras com uma criatura muito verde, cheeinha de penas, pousada num galho a olhar para mim.
Saltei o rail conforme pude (esqueçam lá os saltos atléticos e elegantes, porque os meus oscilaram mais entre o alçar uma perna e ai-que-me-vou-esbardalhar-ao-comprido) e vi-me a braços com um ror de ervas secas e picos.
Claro que senti a minha vidinha toda a andar para trás e não era para menos.
Imaginei logo a cena toda - o pássaro iria voar, contente da vida, saltitando pelo ramo fora e eu esbardalhar-me-ia ao comprido, de qualquer das formas.
Tentei agarrá-lo com as 2 mãos e... ele deixou.
Bem, haver um ser que se deixa apanhar por mim de forma plena e consciente já é difícil, agora... não oferecer resistência é inédito.
Acreditem.
Sei do que estou a falar.
Vai daí que encostei o passaroco ao peito e lá consegui saltar novamente o rail sem necessitar de fazer figuras (muito) tristes.
Entrámos no sapatinho-móbil e, como já estava com alguma secura depois de andar por ali a saltar o estafermo do rail que nem uma louca e a ter de me baixar para apanhar aquele palmo de gente, dei-lhe o nome mais óbvio que poderia existir - Martini.
Pronto.
O nome ficou.
Agora, temos um problema: o raio do bicho é de gancho e cismou que não quer estar dentro da bendita gaiola, nem que a vaca tussa.
O gajo quer é laró.
Não nos larga (a braguilha) os ombros, os braços, a cabeça e, basicamente, os dedinhos todos.
Para mal dos meus pecados, estou f@did@.


P. S. - tenho-me sentido mal comigo própria sempre que como frango de churrasco e chupo as pernas e as asinhas do galináceo com o gajo ali ao lado, desconfiado, a olhar para mim, de pescoço arregalado e os olhos semi-cerrados como lá os outros do filme Truth or dare, a julgar-me.
Digam-me.
Será que estou com macaquinhos no sótão?
Digam-me. 
Estou?

10 de abril de 2018

o raio da bicharada # 49

Estes dias têm sido passados entre descanso e algum trabalho. 
O que é difícil.
É difícil trabalhar quando nada ajuda.
Nem os animais.
Só para verem que não estou a exagerar...




15 de setembro de 2017

o raio da bicharada # 48

Alguém se andou a portar muito mal, ai, andou, andou!! Alguém se alapou em cima do meu computador e andou a criar ficheiros atrás de ficheiros. O pior é que, depois, nem sequer consegue disfarçar...
É tudo à descarada, do género não-é-nada-comigo!



20 de abril de 2017

o raio da bicharada # 47

Detesto lavar a roupa suja em público, detesto, mas a Sushi anda a pedi-las, ai, anda, anda.
Então não é que a tipa mia horrores para lhe pegarmos ao colo... isto... precisamente... a meio da noite... do género, quando estamos todos alampados na cama a tentar dormir, por Deus, e não estamos minimamente para ali virados, como é mais do que óbvio.
Então, o raio da gata mia que se farta.
Mas mia, mesmo.
Assim, não é cá aquele miar fofo que os gatinhos fofos têm; é mais um miar socorro-estão-a-matar-me-venham-já-cá-fazer-me-umas-festas-ou-parto-esta-m€rda-toda.
E parte.
Literalmente.
A bicha vê-se consumida sem mimos pela noite dentro e toca de partir a louça toda sem grandes rodeios.
Desta vez, foi mais longe e partiu a minha caneca preferida, aquela que comprei no meu ano de estágio, no Palácio da Pena, há 17 anos.
Estou destroçada.


3 de fevereiro de 2017

o raio da bicharada # 46

Já não sei o que fazer da minha vida, com estas pestes que me f@d€m o juízo.
Palavra de honra.
Já há muito tempo que cheguei à conclusão de que estas não são gatas normais.
Não são!
De todo!
Talvez se as rifasse e as metesse num circo, ficaria rica, de certezinha absoluta, mas como sou mesmo boa pessoa e tenho o coração maior do que o mundo, não consigo.
Pronto.
Não consigo.
Então não é que, hoje, cheguei a casa do trabalho e tinha... o forno ligado!!!!!!????
Precisamente.
Ligadíssimo!
Aliás, até a luz estava acesa e tudo!
Por acaso, não tinha nada lá dentro.
Imaginem que tinha um peru ou sobras do almoço ou o raio que o valha!!!??
Estava tramada, era o que era!
O trio da vida airada, que me põe os cabelos brancos todos os santos dias!
 

6 de janeiro de 2017

o raio da bicharada # 45

Meus senhores, já não sei o que fazer com o raio das gatas, por Deus!
A minha vasta lista de soluções anti-felinos chegou, irremediavelmente, ao fim.
Tentei tudo, mas em vão.
Basicamente, quem manda aqui são elas.
Disso, já estávamos todos carecas de saber.
As tipas conseguem surpreender-me sempre.
Quando penso que mais nada pode acontecer, Truca!
Já foi!
Posto isto, só para que conste, como já estava pelos cabelos com os furtos aos armários da cozinha, decidi dar-lhes uma lição.
Quem ri por último, ri melhor, claro, foi o que pensei.
Então, vai daí e fui ao Jumbo procurar uma forma de trancar os armários.
Claro que, para isso, tive de pedir ajuda a uma senhora que me levou diretamente à secção de puericultura. Eu logo lhe expliquei que não, que não era uma criança, de todo, coitadinhas das crianças, mesmo as piorzitas, acredite, minha senhora, são uns anjinhos em comparação com estas duas estafermas.
Não, minha senhora, volto a repetir, são duas gatas.
E ela juntou as sobrancelhas muito rápido, até se tornarem numa só, e ficou com ar de desconfiada, que não, que não era possível, porque os gatos não conseguem fazer nada disso, mas as minhas conseguem e foi difícil meter isso na cabeça da senhora que, nessa noite, aposto, não deve ter dormido a pensar nas duas serigaitas.
Nesse dia, nem imaginam como entrei em casa inchada.
Inchada, caramba!, palavra de honra!
Fui logo meter a porcaria dos trincos em dois armários e tomem lá pinhões.
Claro que a festa durou dois dias.
Dois dias!!!
D-o-i-s!!!
As bichas lá arranjaram forma e até os trincos conseguem abrir!!!!!!!!!!!!!!
Conseguem, pois!!!!
Imagino que, se a senhora do Jumbo ouvisse esta, não acreditava, de certezinha absoluta.
Como é que o fizeram?
Não faço a menor das ideias.
Aliás, até eu me vejo aflita para abrir aquela m€rd@!!
Por favor, assim, no desespero total, alguém me pode ajudar?
As tipas a disfarçarem:

23 de outubro de 2016

o raio da bicharada # 44

Lembram-se deste pataneco-fofo-lindo-querido da nossa pequena Ippon?
Lembram?
Pois é, veio diretamente do Algarve connosco para a nossa magnífica cidade de Aveiro.
Passámos 1001 aventuras juntos. Tornou-se um amigo fiel, querido por todos. Praticamente um membro da família.
Mais!
Demos-lhe um nome. Tomé. Giro, hã? Na realidade, não é um nome qualquer; é nome de gente.
Ele e a Ippon são amigos inseparáveis: unha e carne!
Agora, só para verem que a bicha é mesmo um estafermo, vejam só o que fez ao pobre Tomé. Um banho de carnificina, foi o que foi!
Aliás, o Tomé tem vindo a ser comido, literalmente, por esta Judas-peluda-e-fofa!
Com amigos assim, o Tomé não precisa de inimigos.
Que vergonha, Ippon!
Pede desculpa, vá!


6 de outubro de 2016

o raio da bicharada # 43

Que tenho umas gatas inteligentes, disso não há dúvida!
Agora, que jogam comigo ao "1, 2, 3 macaquinho do chinês", já é outra história.
Tão certo como 2 mais 2 serem 4!
Deixem-me explicar.
A Sushi entra na sala.
Entretanto, estou sentada à mesa.
Então, ela olha para mim, fixamente, sem se mexer um milímetro que seja e sem piscar os olhos.
É assustador.
Aí, já ambas sabemos o que temos de fazer.
Eu viro-me para a frente e digo "1, 2, 3 macaquinho do chinês" e quando olho, novamente, para trás, já a tipa deu uns quantos passos e continua impávida e serena, sem respirar e sem desviar o olhar.
Isto acontece mais 2 ou 3 vezes, até a bicha chegar perto de mim e, depois, o jogo acaba.
Tão simples quanto isto.
Sou sincera que ainda pensei que estaria a ficar demente ou a imaginar coisas do arco da velha, mas não.
Ontem, a criança testemunhou o sucedido e tirámos a prova dos 9.
A Sushi jogou "1, 2, 3 macaquinho do chinês", sim senhor, e a criança assistiu, de boca aberta, mas assistiu!
Conclusão: eu não estou tolinha da cabeça (por enquanto) e a gata é uma jogadora exímia.
Ganha sempre.
Na realidade, com este jogo, acho que a bicha está a tentar provar quem usa calças cá em casa, mas adiante.
Estou tramada!

4 de outubro de 2016

o raio da bicharada # 42

Há uns dias atrás, as malandras das gatas quase incendiaram a casa.
E quando digo "quase" é mesmo "quase".
Isto, sem exageros.
Vejam lá bem.
As estafermas ligaram a placa vitrocerâmica, o que já não é a primeira vez, puseram-na na potência máxima, 9, portanto, puxaram a ficha da torradeira e tau! puseram-na mesmo em cima da bendita placa.
Quando cheguei à cozinha, claro que havia uma fumarada do caraças e a ficha estava... a arder...
Cheguei a tempo de evitar um incêndio, foi o que foi!
Senhores Bombeiros Voluntários de Aveiro, consigo identificar as 2 incendiárias.
Uma é cinzenta e branca e mais redonda do que a bola de basquetebol da criança; a outra é malhada: laranja, branca, preta e castanha.
Ah! Pode parecer estranho, mas as 2 têm bigodes.
Meus senhores, não se deixem intimidar pelos olhos doces e ternurentos. 
À primeira oportunidade, incendeiam o que estiver à mão!

22 de setembro de 2016

o raio da bicharada # 41

A Ippon fez um cocó dentro de casa.
Pronto.
Já disse.
Pessoal, não quero parecer que me estou a chibar, nem nada do género, mas hoje a mafarrica saiu-se das cascas.
Ai, saiu, saiu.
Não é que o homem a levou a passear à vontade, no jardim, lá fora, ou seja, o paraíso canino perfeito para fazer uns cocós valentes (claro que são sempre escrupulosamente apanhados com um saquito de plástico e deitados ao lixo, ok? acalmem-se) e, às páginas tantas, não lhe bastou.
Deus dá nozes a quem não tem dentes e é bem certo!
Mal chegou a casa, esgueirou-se à socapa para o escritório e trufas! descarregou ali, mesmo no meio da divisória, tipo "este cocó é meu e de mais ninguém!".
Até o cocó em si era suspeito.
Digo-vos.
Palavra de honra.
Era grande como o caraças, alto e espadaúdo como os cocós dos Pastores de Cáucaso ou dos Grand a Noirs.
Conseguem imaginar, certo?
A tipa deve ter achado que era boa demais para o relvado e queria madeirinha da boa.
Só pode!
Imaginem que virava moda e todos aqui em casa decidiam fazer o mesmo!?
Eram gatas, era o homem, era a criança!!!
Enfim, não havia madeira que chegasse para todos!
Era a loucura total.
Bem, quero só dizer que estamos de relações cortadas há cerca de 10 minutos e espero bem que a bicha não faça aquelas caretas que nos levam às lágrimas, pois não sei se aguento muito mais.

10 de julho de 2016

o raio da bicharada # 40

Como podem ver, o gatedo cá em casa entrou também em modus-férias e não quer fazer a ponta de um chavo.



Fofucha-da-mamã!

4 de julho de 2016

o raio da bicharada # 41

A pequena Ippon teve O primeiro encontro da vida dela.
Weeeeeee!
Que emoção. 
Sim, eu sei, ela é uma criança, mas tem sonhos, pá!
Não é que o cão fosse um príncipe encantado montado num cavalo branco, não. Mas também não era de se deitar fora.
O rasteirinho corpulento de 4 patas olhou para ela e ficou de 4.
Então, caminharam juntos, lado a lado, cheiraram-se romanticamente, lamberam-se, abanaram a cauda, enfim, namoriscaram dentro dos limites da decência. 
Depois, ficaram indecisos e ficou tudo em águas de bacalhau.






Ainda solteira e boa rapariga.

13 de junho de 2016

o raio da bicharada # 39

Vamos a ver, às páginas tantas, o osso de plástico, repito, de PLÁSTICO, que demos à Ippon foi literalmente... devorado!!!!
Comido, à dentada, de fio a pavio!
Caramba, pá!
A fome deve ser negra para a bicha andar a comer plástico!!!
Temos de andar sempre na retranca com os animais cá de casa, para prevenir situações destas:
Nota: a situação está controlada e o osso já foi para o lixo.

6 de junho de 2016

o raio da bicharada # 38

E, pronto, a bicha dorme assim, ao alto, como se não fosse nada com ela.
Aliás, podemos abaná-la, dar-lhe um empurrãozito, virá-la de cabeça para baixo que nada, não se passa nada e continua na paz do Senhor.
Dizem que os animais saem aos donos. Esta saiu a mim.

28 de abril de 2016

o raio da bicharada # 37

Isto há coisas!
Não é que a Tzuri, agora, também já sabe acender as luzes cá de casa????
Sim!!!
A porra das luzes!
Só me faltava esta!
No outro dia, as luzes da cozinha ficaram acesas a noite toda!
Não há paciência!!
Já não me bastava a estaferma-duma-figa abrir os armários e esgueirar-se lá para dentro, enquanto o diabo esfrega um olho, quanto mais a fatura da EDP!
Grandessíssima traste!
  Vou beber para afogar as mágoas!! Buaaá!!!

5 de março de 2016

o raio da bicharada # 36

Passei por aqui só para dizer que a dona Ippon gosta de... grelos.
Sim, estamos a falar de vegetais.
É o que eu digo, aqui em casa ninguém é esquisito.

24 de janeiro de 2016

o raio da bicharada # 35

Há bocado, quando entrei na cozinha, os meus olhitos pousaram nesta visão:
Palavras para quê?

17 de janeiro de 2016

o raio da bicharada # 34

Sapinhos, as coisas cá por casa andam, assim, um bocado estranhas...
Não é que a cadela pensa, acredita piamente, que é uma gata?
Sim, uma gata!
Na realidade, só não faz romrom, de resto, é mais felina do que certos felinos!
Ela esgadanha-se para comer a ração das gatas, salta para o topo do encosto dos sofás e, ontem, trepou para o parapeito da janela.
É o que eu digo, não há pachorra, pá!


5 de janeiro de 2016