16 de junho de 2013
15 de junho de 2013
Da praia para a esplanada...
Nós, mulheres, seres apetecíveis, infalíveis e com carradas de estilo, devemos ter algum
cuidado quando estamos relaxadamente-na-boa-estateladas-ao-sol na praia e decidimos "esticar as pernas" até à esplanada para um sumo natural, um FIZZ LIMÃO ou simplesmente para uma mudança estratégica de vistas.
Nestes momentos críticos, sabe-se lá
quem podemos encontrar: o big-boss-chefão, o colega de trabalho meticuloso,
a amiga hiper-mega-cusca da mãe, a vizinha podre de boa, enfim, e nós em trajes
menores!!
Em situações SOS,
temos de dar o nosso melhor!
Então, o que levamos connosco????
Tcham! Tcham! Tcham!
- As MELISSAS!! (não meninas, não
vamos descalças: podemos encontrar vidros no chão, podemos calcar uma chiclete,
ou podemos simplesmente cair no ridículo: uma mulher sem sapatos é uma mulher sem estilo!!!):
- a mala (MELISSA REFRACTION), naturalmente!!!!
- os óculos de sol DOLCE & GABBANA, decididamente;
- os óculos de sol DOLCE & GABBANA, decididamente;
E agora: PIM, PAM, PUM!!! escolham:
13 de junho de 2013
Praia com estilo
Também na praia não
devemos descurar os acessórios de moda que complementam o nosso look au point .
Este ano, o must-have a levar para a
praia é, sem dúvida, o grande, o magnífico, o autêntico COLAR!! O COLAR em tons neon ou pastel, o COLAR com
pedrarias, o COLAR com missangas ou o COLAR tribal!!!!!
Colares, colares, COLARES!!!! Quantos mais, melhor!!
Colares, colares, COLARES!!!! Quantos mais, melhor!!
COLAR EK THONGPRASERT
COLAR MIU MIU
COLAR BIMBA & LOLA
(O MEU FAVORITO!!!)
12 de junho de 2013
Santo António casamenteiro
Vamos deixar-nos cá de
histórias e dar o braço a torcer: os Santos Populares são o máximo!!
Portugal todo fica em festa!! Os
rapazes oferecem os manjericos às namoradas com bandeirinhas com quadras
populares brejeiras ou mesmo jocosas!!
Alergias ou o caneco
Dizem que este é o tempo das alergias, que não há NADA a fazer senão
conviver com o assunto e assumi-lo idoneamente (pegar o touro pelos cornos e
tal…).
O certo é que o dia ainda mal começou e já me assoei tantas, mas tantas
vezes que temo seriamente pela integridade do meu nariz: ou fica assim grande,
batatudo e vermelho, como o do Pai Natal (não é que tenha nada contra o Pai
Natal, vamos lá entender-nos!!!, sempre me portei bem e o meu cadastro na
Lapónia é imaculado) ou vai mesmo é pelo caminho do nariz do nosso João Garcia (alpinista
que aprecio bastante, mas que, coitado, pelos vistos, meteu o nariz onde não era chamado e ficou assim*!!)…
*
Venha o diabo e escolha!!
11 de junho de 2013
10 de junho de 2013
Dia de Portugal
A esta
altura do campeonato, é difícil, de facto, escrever o que quer que seja sobre o
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Nesta data,
assinala-se o adeus a Camões, em 1580, poeta que representa o génio da pátria
na sua verdadeira magnitude. Pessimismos à parte, estou em crer que a morte do
poeta poderá ser uma extensão da própria morte de um Portugal-pai, que
acalentava os sonhos e as ambições dos portugueses e os acolhia e lhes dava de
comer.
Hoje,
Portugal lixa-nos, deixa-nos com uma mão à frente e outra atrás. Choramos
juntos neste dia pelo fim do esplendor literário camoniano e pelo fim do “peito
ilustre lusitano” que se espalha à grande pelo mundo fora, pois a pátria
pôs-nos uns patins, deu-nos um xuto no traseiro e recambiou-nos para um lugar
de destaque da lista europeia dos emigrantes não anónimos.
9 de junho de 2013
aveiro no coração # 1
Os Arcos foram, desde sempre, uma
das zonas privilegiadas de Aveiro, o ponto de encontro entre a gente que ia e
vinha dos bancos, os reformados que se encostavam a conversar, animados!, os 3
ou 4 engraxadores de sapatos (que o número ia diminuindo com o tempo...) nos
seus cubículos de madeira caricatos e o cheiro incrível a graxa
que ficava no ar!!
Nas
colunas dos Arcos, em vitrines, era afixado o programa dos 2 únicos
cinemas que existiam em Aveiro: o Teatro Aveirense e o Teatro Avenida!
Ali, de manhã,
acordava-se mais cedo do que em qualquer outro lado e tudo fervilhava à nossa
volta!
A praça contígua, Praça Joaquim Melo Freitas, ergue, ao centro, o monumento à liberdade, obelisco comemorativo do centenário do nascimento de José Estêvão, com características da estética Arte Nova, visíveis nos motivos florais e nas palmas.
Este espaço é atualmente
enfeitado com bancas improvisadas pela feira de velharias que se realiza no
último domingo de cada mês. A calçada tem motivos marítimos, típicos de
quem vive à beira-mar: nós de embarcações e âncoras, alternados.
8 de junho de 2013
Bolachinha de nada
Entre levar o miúdo à escola e seguir para o trabalho, por vezes, ainda há
uns minutos bem contadinhos para um café e uma bolachinha de chocolate (em
Aveiro, chamamos Doce de Chá Húngaro!!). Estaciona-se mal o carro, com os 4
piscas ligados, mesmo em cima da paragem de autocarro, à patrão!, atravessa-se
a estrada a correr e entra-se na pastelaria. Claro que nem dá tempo para
sentar; é um café e um Doce de Chá Húngaro, ali, de pé, enquanto cumprimentamos
as meninas que ali trabalham e se diz qualquer coisa sem jeito nenhum como:
"Hoje o tempo está melhor!!" Estilo conversa da treta, percebem?
Ontem, o ritual cumpriu-se de igual forma; a pressa, os 4 piscas ligados, o
porta-moedas debaixo do braço, atravessar a estrada a correr: "Um café e
um Doce de Chá Húngaro, sff!!"
Para mal dos meus pecados, ontem lá foi o Sr. a atender e, não é para
implicar com o homem, não é mesmo, mas até parece que fez de propósito ou então
teve pontaria: escolheu, de certeza, a bolachinha mais pequenina que ali
havia!! Aquilo não era bolacha, não era nada; nem dava para tapar a cova de um
dente! O homem, de certeza que não vai com a minha cara, ou então acha que
preciso de uma dieta forçada e está pura e simplesmente a tentar comunicar-mo
de uma forma subtil!!!
Moda no Sapatinho tem nova rubrica
E porque sou, incondicionalmente, uma aveirense de gema, e porque sou
cagaré (com esta idade é um caso excecionalmente raro!!!) e porque sou
verdadeiramente A-P-A-I-X-O-N-A-D-A pela cidade que me viu nascer, eis que
surge a adorável rubrica, incontornável e apetecível: AVEIRO NO CORAÇÃO!
AVEIRO NO CORAÇÃO pretende ser uma
galeria de fotografias aleatórias e despretensiosas que vão dando conta de cada
recanto desta cidade deliciosa e genuína, a nossa "Veneza de
Portugal", somando algumas reminiscências do que Aveiro foi e do que
Aveiro ainda é.
São fotografias tiradas ao acaso; são fotografias tiradas, sobretudo, aos
fins-de-semana, quando a cidade ainda boceja ou quando a cidade passeia e põe
as mãos nos bolsos; são fotografias amadoras, pois amador é aquele que ama!!
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